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DOI : 10.2240/azojono0120

O Papel das Nanotecnologia durante o Processo De Desenvolvimento e o Aliviar a Pobreza: Uma Matéria da Controvérsia

Noela Invernizzi, Guillermo Foladori e Donald Maclurcan

PTY Ltd. de Copyright AZoM.com

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Submetido: 30 de maio de 2007

Afixado: 15 de novembro de 2007

Assuntos Cobertos

Sumário

Introdução

Nanotecnologia, Revelação e Os Pobres: Os Argumentos

Tecnologia como um Assunto da Avaliação Social

É a Nanotecnologia um Factor Neutro em Tendências Sócio-económicas?

Ambiental & Riscos para a Saúde de Nanotecnologia: O Debate

Nanotecnologia: A Potência Resolver a Pobreza

Limites Sócio-económicos Para uma Nanotecnologia Vantajoso Para As Duas Partes

Resolução de problemas: Parcerias Privadas Públicas na Nanotecnologia

Mercado e Revelação na Nanotecnologia

Contratando o público na Nanotecnologia

Ideias Principais e Posições sobre a Nanotecnologia

Referências

Detalhes do Contacto

Sumário

As Nanotecnologia prometem ser a fundação da Revolução Industrial seguinte. Que papel podem jogar na pobreza e na injustiça de redução no mundo? Esta pergunta foi levantada, directamente ou indirectamente, por vários autores e instituições desde o ano 2000, quando a nanotecnologia veio ser o foco de programas de investigação do governo, primeiramente no mundo desenvolvido mas igualmente nos países em processo da revelação.

Neste artigo nós revemos as posições tomadas pelas instituições do princípio que endereçaram essa pergunta no período 2000-2006. Nós identificamos duas posições principais. Um dá a importância às vantagens técnicas que as nanotecnologia podem oferecer resolver os temas chaves da revelação, tais como a água potável, barato e energia poluente-livre, e os diagnósticos e o tratamento de matérias da saúde. Esta posição nós chamamos a posição instrumental, porque separa instrumentos tecnologicos das pressões sócio-económicas do contexto e do mercado que influenciam a revelação, a apropriação e o uso da nanotecnologia. A outra posição, que nós chamamos do contexto, analisa nanotecnologia no âmbito forças econômicas/políticas do social, em que originam e são tornadas. Elevarando fora desse contexto, esta segunda posição questiona se as novas tecnologias podem ser leveraged para reduzir a pobreza e a injustiça em um mundo que seja conduzido por interesses lucrativos.

Esta caracterização da discussão, que em momentos poderia parecer rígida, ajuda a elaborar os conceitos divergentes da relação entre a ciência, a tecnologia e a sociedade que fornecem a fundação, legalidade, ou questiona as agendas da pesquisa do nanoscience e da nanotecnologia. Contribui, conseqüentemente, para facilitar o diálogo político em torno das agendas ditas. Após ter revisto as posições principais, os autores concluem que a posição do contexto apresenta os argumentos fortes a ser considerados na revelação da nanotecnologia.

A literatura visitada reserva argumentir aquela para que a nanotecnologia jogue um papel na pobreza e na desigualdade que de redução deve ser abraçada em uma escala das políticas políticas que vão mais do que apenas promover uma nova tecnologia. Os problemas Principais da pobreza não são devido à falta da tecnologia, embora uma nova tecnologia não, pelo seus próprias, superam aqueles problemas da revelação.

Introdução

A possibilidade que as nanotecnologia transformarão em um instrumento para a revelação do auxílio ou aliviarão a pobreza foi discutida explicitamente em círculos académicos, nas reuniões realizadas por corpos internacionais, e em organizações não governamentais (NGOs) desde 2000. Durante este período, diversos países em vias de desenvolvimento têm contratado em programas de investigação do nanoscience e da nanotecnologia. Em 2001 o National Science Foundation dos E.U. reivindicou que pelo menos 30 países - incluir desenvolvido e revelando tinha iniciado, ou começava as iniciativas nacionais da nanotecnologia [1]. Esta figura progrediu a “mais de 40", em 2004 [2]. De acordo com nossa pesquisa [3] este número veio 62 países, o ` 18 deles ` transitório' e 19 que torna-se', contratando com nanotecnologia a nível nacional. Uns 16 países mais adicionais demonstram uma ou outra pesquisa do individual ou em grupo na nanotecnologia, três de que são o ` transitório' e o ` 12 que se torna', incluindo um país menos desenvolvido. Quatorze países expressaram o interesse no contrato na pesquisa da nanotecnologia. Destes países, um é ` transitório' e o ` 13 que torna-se', incluindo três países menos desenvolvidos.

Esta participação rápida e larga de países em vias de desenvolvimento na nanotecnologia é interpretada frequentemente como uma característica do carácter global da revolução da nanotecnologia [4], e como um traço novo da produção global da ciência [5]. Diferentemente das revoluções tecnologicos precedentes, estas características colocariam países em vias de desenvolvimento (ou pelo menos muitos deles) em uma posição mais favorável para enfrentar estes revolução e benefício dele. Contudo, esta perspectiva foi o alvo da desaprovação para não considerar as tendências econômicas de prevalência que aumentaram a desigualdade e a pobreza sobre as várias décadas passadas.

As posições diferentes sobre o papel que a nanotecnologia pode jogar em aliviar a pobreza, ou em promover a revelação, reflectem interpretações particulares no relacionamento entre a ciência, a tecnologia e a sociedade. Por este motivo, é digno organizar aquelas posições sob uma estrutura teórica. Nós dividimos os argumentos expressados nesta discussão em dois grupos largos. Um grupo pode ser identificado como a posição instrumental, que sublinha a capacidade técnica (e mesmo a superioridade técnica) das nanotecnologia resolver problemas da pobreza e revelação do dente recto. Neste sentido, este grupo tende a considerar a tecnologia como os produtos manufacturados neutros que podem ser transferidos de um contexto a outro sem problemas. Em categorias diferentes, os argumentos neste grupo reproduzem aproximações tecnologicos do determinist, desde que forçam impactos benéficos do de um produto manufacturado dado na sociedade. As Tecnologias, nestas vistas, podem resolver problemas sociais, e os problemas sociais são descritos frequentemente como a falta de capacidades técnicas.

O outro grupo de argumentos pode ser identificado como a posição do contexto sublinhando o contexto social onde a tecnologia é produzida, usada e adaptada. As Tecnologias são não produtos manufacturados neutros simplesmente úteis mas produtos manufacturados que personificam relações sociais, interesses, a potência política, os valores, Etc., isto é, produtos manufacturados social-condicionados. Como tal, as tecnologias são um produto de estruturas sociais particulares e tendem a reforçar as estruturas sociais em que foram criadas. Nesta vista, os factores como a inovação com fins lucrativos, os direitos de propriedade intelectual, a concentração de inovação em países desenvolvidos e a desigualdade social são considerados como os factores chaves no contexto da revelação da trajectória da nanotecnologia que influenciam, e poderiam mesmo impedir, seu uso para a revelação e aliviar a pobreza.

Depois desta introdução, nós resumimos e analisamos os argumentos principais no debate em nanotecnologia, em revelação e em pobreza. Nós consideramos as opiniões as mais afluentes das organizações, as instituições e reuniões, apresentando suas ideias principais em ordem cronológica. O esboço cobre o período desde meados de 2000 a 2006 meados de, e privilegia os originais que endereçam o mais directamente a edição. Mais Tarde, nós destacamos e analisamos as questões principais em jogo nesta controvérsia.

Nanotecnologia, Revelação e Os Pobres: Os Argumentos

Tecnologia como um Assunto da Avaliação Social

A discussão académico nas implicações sociais nanotecnologia do impulso adiantado ganhado Nanotecnologia com uma oficina organizada pelo National Science Foundation dos E.U. nas Implicações Sociais do ` de Nanoscience e', com seu relatório final produzido ao fim de 2000 [6]. Durante essa oficina, o Centro para a Política da Ciência & os Resultados apresentaram uma atenção desenhando de papel às transformações sociais radicais que acompanham geralmente mudanças tecnológicas rápidas, tais como a geração de vencedores do `' e de vencidos do `'; incluindo o facto de que os produtos da nanotecnologia estarão orientados principalmente aos mercados afluentes [7] (Referência #1, à Tabela 1).

Estes conduziram aos atendimentos para que uma avaliação de tecnologia do tempo real avalie e monitore estas mudanças [8], incorporando desse modo discussões na estrutura metodológica da Avaliação de Tecnologia [9, 10]. Toda A medicina nova deve passar através dos testes variados e caros antes de vir introduzir no mercado. Não Deve uma tecnologia altamente disruptiva, porque nanotecnologia pode bem ser, submeta-se a uma avaliação de seus riscos e implicações sociais e econômicos antes igualmente de vir introduzir no mercado? Com este argumento os autores consideram nanotecnologia como um assunto da avaliação social.

Posições sobre a Nanotecnologia e Países Em Vias De Desenvolvimento Ou Nanotec & Deficiente Principais, em ordem cronológica (exposição sumária).

Referência.

Tâmara

A Instituição, organização, autor

Argumentos

1

2000

CSPO (Centro para a Ciência & a Política & os Resultados) [7].

•        As transformações sociais Radicais que acompanham mudanças tecnológicas rápidas produzem vencedores do `' e vencidos do `'.

•        Os produtos da Nanotecnologia serão orientados principalmente aos mercados afluentes

2

08/2002

Grupo ETC. [11].

•        em Agosto de 2002, na Cimeira Mundial na Revelação Sustentável em Joanesburgo, em grupo ETC. guardarou diversas oficinas chamando para uma moratória no desenvolvimento dos nanomaterials devido aos riscos potenciais na saúde e no ambiente.

3

09/2002

APEC (Cooperação Econômica de Asia Pacific) [14, 15].

•        É imperativo para países em vias de desenvolvimento embarcar nos programas em nanosciences e em nanotecnologia.

•        É necessário seleccionar ameias e áreas para a conta recolhendo da revelação seu impacto na pobreza e na concorrência.

4

01/2003

Grupo ETC. [11].

•        os “trabalhadores… que incluem aqueles cujas as habilidades já não serão necessários… sentirão o impacto primeiramente.

•        Uma nova tecnologia não pode ser “uma bala de prata” para resolver uma injustiça velha. A Fome, a pobreza, a incapacidade social e a degradação ambiental são as conseqüências de sistemas-não injustos de tecnologias inadequadas”

5

03/2003

Universidade do Centro da Junção de Toronto para a Bioética [12].

•        “o que no início parece ser muito alto-tecnologia do `' e caro e conseqüentemente talvez irrelevante para países em vias de desenvolvimento, na extremidade pôde vir ser da maioria de valor para aqueles mesmos países em vias de desenvolvimento. Assim NT, era ele a tornar-se na maneira que deve, podia finalmente ser da maioria de valor para os pobres e o doente no mundo em desenvolvimento. Na cimeira de Joanesburgo, as questões principais para países em vias de desenvolvimento eram redução de pobreza, energia, água, saúde, e biodiversidade. NT tem o potencial fazer um impacto positivo em toda a estes se seus riscos não materializam nem são controlados apropriadamente”.

6

2003 (Junho)

Príncipe Charles [16].

•        “Teme pelo Príncipe de Gales que os exércitos de robôs microscópicos poderiam transformar a face do planeta em uma área deserta inabitável alertem os cientistas superiores e os coordenadores da nação lançar um inquérito”

7

2004 (Janeiro)

Universidade do Centro da Junção de Toronto para a Bioética [18].

•        Diversas nanotecnologia podiam aliviar condições de vida deficientes.

•        A C.C. já está desenvolvendo o nanotech.

•        Uma rede internacional na avaliação de tecnologias emergentes para a revelação deve ser endereçada.

8

2004 (Junho)

Diálogo Internacional na Investigação e Desenvolvimento Responsável do NSF da Nanotecnologia

•        Há uma infra-estrutura e umas barreiras sociais para desenvolver nanotecnologia em países em vias de desenvolvimento.

•        As Nanotecnologia devem ser seleccionadas focalizando o contexto específico, por exemplo na saúde.

•        Os países em vias de desenvolvimento São centros de fabricação atractivos devido aos baixos custos laborais, que lhes fazem lugar atractivos para a fabricação da nanotecnologia.

9

07/2004

Príncipe Charles [19].

•        “Mas estas novas aplicações deslocarão inevitàvel tecnologias existentes. Quem perderá desse processo, e ele alargará as disparidades existentes entre nações ricas e deficientes?”

10

2004

A Sociedade Real e A Academia Real da Engenharia [17].

•        “novas tecnologias cria vencedores do `' e vencidos do `'… se um nanodivide do `' se torna, que pode os governos fazer…?

•        a necessidade da análise…… caso por caso uma base, como… aplicações vem mais perto do mercado.

•        valioso… depende em cima de explorar o conhecimento científico, o preço de entrada alto para procedimentos e habilidades novos… é muito provável agravar… divisões entre ricos e pobres

•        o entusiasmo para desenvolver um reparo técnico do `'… pôde… desviar o investimento de mais barato, umas soluções das mais sustentáveis, ou baixo-tecnologias

•        as patentes… demasiado largas… podem trabalhar contra os serviços de patentes dos bens do público… [deve] que o monitor… de modo que todas as patentes… concedam… o apoio um pouco do que forçam a pesquisa e a inovação”.

11

11/2004

Grupo ETC. [25].

•        Seguir tende com muitas tecnologias precedentes, nanotecnologia concentrará ainda mais poder económico nas mãos de grandes corporaçõs multinacionais.

•        As Economias, o comércio e os modos de vida serão profundamente afetados, especialmente produção agrícola do Sul.

•        As nações Deficientes e aqueles mais dependentes das exportações agrícolas enfrentarão os rompimentos principais.

•        Há a probabilidade que os mercados da matéria prima, tais como aqueles com certeza minerais, as matérias têxteis e os produtos que incluem o café e o chá poderiam ser danificados pelos produtos substitute que exploram a nanotecnologia.

12

01/2005

Instituto Meridiano [27].

•        Os benefícios das nanotecnologia podiam ser restringidos às minorias, aumentando a diferença Norte-sul.

•        A Matéria prima podia ser reduzida, com impactos na exportação e na redução do emprego em países em vias de desenvolvimento.

•        Os países em vias de desenvolvimento São preparados menos para enfrentar o diálogo e regulamentos públicos.

•        As Patentes podiam impedir que as nanotecnologia estejam usadas para a revelação.

13

02/2005

Diálogo Norte-sul na Nanotecnologia: Desafios e Oportunidades [28 - 30].

•        Rede de pesquisa principal e centros de aprendizado de excelência durante todo o mundo em desenvolvimento

•        Parcerias entre a pesquisa e a indústria & aplicações comerciais.

•        O negócio Adoptivo sabe/como a Nanotecnologia não deve se transformar uma área nova da dependência tecnologico.

•        Selecionar áreas de pesquisa urgentes (por exemplo energia, água, saúde) constrói a legalidade para o investimento e o concentrado financeiro, material recursos humanos

14

2005

Univ. de Toronto, Centro Comum para a Bioética [20].

•        “. .we identificaram e classificado as dez aplicações da nanotecnologia muito provavelmente para beneficiar países em vias de desenvolvimento [com o método de Delphi]… nós recrutamos um painel internacional de 85 peritos ..... Para avaliar mais o impacto da nanotecnologia… nós comparamos as dez aplicações superiores com os Objetivos da Revelação do Milênio do UN” que A pesquisa identificou 5 dos 8 Objetivos da Revelação do Milênio que poderiam muito provavelmente beneficiar a C.C. no período 2004-2014

15

2005

Projecto do Milênio do UN. Grupo de trabalho em W&T e em Inovação [21].

•        A “Nanotecnologia é provável ser particularmente importante no mundo em desenvolvimento, porque envolvem pouco labor, terra, ou a manutenção; é altamente produtiva e barata; e exige somente quantidades modestas de materiais e de energia. Os produtos da Nanotecnologia serão extremamente produtivos, como produtores da energia, como colectores dos materiais, e como o equipamento de fabricação”

16

2005

Grupo ETC. [32, 33].

 

•        É provável que as matérias primas se tornarão mais baratas em consequência do seu que estão sendo substituídas em nanotecnologia e uma queda na procura. Por Exemplo há os procedimentos nanotechnological que melhorarão substancialmente a durabilidade de pneus de automóvel, o mercado principal para a borracha, e este poderia significativamente reduzir a procura mundial para o produto. Os nanotubes do Carbono podiam transformar-se um concorrente eficaz para os cabos de cobre, afetando extremamente a procura mundial para este produto. A Platina podia ser substituída pela nanotecnologia como um catalizador nos conversores, nas baterias Etc.

•        “Sem planeamento e avaliação cuidadosos, é mais provável que os países em vias de desenvolvimento dependentes das matérias primas estarão no lado receptor das repercussões potencial adversas da nanotecnologia em vez activamente da participação na configuração do papel da nanotecnologia na sociedade”.

•        As Patentes podiam transformar-se uma barreira para que os países em vias de desenvolvimento personifiquem nas nanotecnologia

17

2006

PROGRAMAS DEMONSTRATIVOS [36].

•        Propostas onde os países pobres são vistos enquanto os beneficiários passivos da revelação do W&T e de transferência tecnologico falham ou limitaram o impacto.

•        O W&T podia somente ser eficiente superar a pobreza se adaptado aos contextos locais sociais, culturais e institucionais, e é escolhido e projecta com a participação activa de seus cidadãos.

18

2006

UNESCO [39].

•        O Risco de conhecimento-Gap e de desigualdades trazidos por uma revolução da nanotecnologia pode ser maior dentro das nações, do que entre elas.

•        Problematizes a orientação da pesquisa da nanotecnologia para beneficiar ingualmente todas as nações.

•        Os incentivos da viabilidade Comercial não serão bastante para dirigir a pesquisa da nanotecnologia à necessidade dos pobres.

•        A patente Excessiva na nanotecnologia podia impedir um acesso largo à pesquisa

•        Necessidade de uma política do acesso aberto aos resultados e aos materiais publicamente financiados de pesquisa.

•        Necessidade para a participação pública adiantada acima do córrego

É a Nanotecnologia um Factor Neutro em Tendências Sócio-económicas?

Contudo, não estava até agosto de 2002, na Cimeira Mundial na Revelação Sustentável em Joanesburgo que as terras para um debate em nanotecnologia, em revelação e em pobreza foram estabelecidas. Neste evento, Canadense-Baseado, em Grupo da organização ETC. do ecologista chamado para uma moratória na revelação da nanotecnologia, alegando indicações científicas dos riscos para a saúde ambientais e humanos potencial severos [Referência. 2, Tabela 1].

Certos meses mais tarde, o Grupo ETC. [11] publicou o original autorizado A Pena Grande: Atomtech - Tecnologias que Convirgem na Nano-Escala, onde elaboraram seus argumentos expressos primeiramente na Cimeira de Joanesburgo [Referência. 4, Tabela 1]. Embora a finalidade do original do Grupo ETC. seja questionar os impactos possíveis dos nanoparticles na saúde e no ambiente, ele explicitamente as menções que os problemas da pobreza, da desigualdade e da revelação são sociais, um pouco do que técnico. Desta maneira o grupo ETC. toma a distância teórica e política da vista instrumental que considera a pobreza e a falta da revelação em conseqüência das limitações tecnologicos.

De facto, imediatamente mais tarde, em março de 2003, um artigo que origina da Universidade do Centro da Junção de Toronto para a Referência da Bioética (UTJCB) [12] [. 5, a Tabela 1] menciona a posição do Grupo ETC. em seu primeiro parágrafo e vai sobre defender o argumento instrumental, que indica que nanotecnologia, se tornado correctamente, poderia ajudar a resolver muitos problemas da pobreza e da revelação. Os parâmetros do debate tinham sido estabelecidos.

Vale notando isso com exceção desta confrontação principiante dos argumentos, o Centro da Cooperação Econômica (APEC) de Asia Pacific para a Previdência da Tecnologia realizou uma oficina em setembro de 2002 para endereçar os desafios da nanotecnologia para os países em vias de desenvolvimento do APEC [Referência. 3, Tabela 1] [13]. Esta reunião foi precedida por diversos documentos de posição em 2001 que foram analisados em um estudo da previdência e se usaram como a base para a oficina [14]. Enquanto os papéis centrados sobre capacidades e obstáculos de avaliação da pesquisa na região, e a avaliação de nichos de mercado potenciais melhorar a concorrência, a necessidade para que uma estratégia de revelação da nanotecnologia resolva edições da pobreza na região foram discutidos igualmente [15]. Além Disso, a possibilidade de uma diferença crescente entre a resistência social rica e deficiente assim como potencial à nanotecnologia foi considerada.

Ambiental & Riscos para a Saúde de Nanotecnologia: O Debate

em Junho de 2003, Príncipe Charles de HRH, o Príncipe de Gales, influenciado possivelmente pelo original do Grupo ETC., e conhecido como um crítico de Organismos Genetically Alterados, alertou o público às conseqüências involuntárias possíveis dos nanoparticles no ambiente e na saúde humana [16] [Referência. 6, Tabela 1]. O Príncipe argumentiu que mais pesquisa deve ser feita sobre os riscos potenciais de nanotecnologia, endossando a investigação em curso da Sociedade Real e da Academia Real da Engenharia (RS&RAE) que seria publicada o seguinte ano [17].

Embora, nenhuma referência fosse feita nesta ocasião a respeito do efeito em países em vias de desenvolvimento ou em pobreza, era o artigo de Cortes e outros [18] igualmente da origem académico do UTJCB, que em sua coisa relacionada do título (O Príncipe Charles diminuirá as oportunidades de países em vias de desenvolvimento na nanotecnologia?) uma com a outro [Referência. 7, Tabela 1]. Era um ano mais tarde (2004) quando, em um artigo publicado no jornal do The Independent, Príncipe Charles referido directamente a possibilidade que a revolução das nanotecnologia alargaria ainda mais a diferença entre os países ricos e pobres [19] [Referência. 9, Tabela 1].

Nanotecnologia: A Potência Resolver a Pobreza

A Universidade do Centro da Junção de Toronto para a Bioética (UTJCB) continuada a alcançar o público académico com um artigo em que apresentou um mapa de algumas iniciativas governamentais da nanotecnologia, mostrando que muitos países em vias de desenvolvimento optaram para incentivar estas tecnologias [18] [Referência. 7, Tabela 1]. Neste artigo, China, Coreia Do Sul E a Índia são identificadas como os principais candidatos, a Tailândia, as Filipinas, a África do Sul, o Brasil e o Chile como a posição intermediária, e a Argentina e o México como acima e os recém-vindos. De acordo com os autores, este vontade dos governos para incentivar nanotecnologia seria um indicador da virtude destas tecnologias como um instrumento para a revelação.

Em um artigo mais atrasado os pesquisadores de UTJCB [20] [Referência. 14, Tabela 1] propor um relacionamento entre os avanços técnicos na nanotecnologia e os Objetivos da Revelação do Milênio de United Nations. Sugerem que em cinco dos oito Objetivos da Revelação, a nanotecnologia possa ser da grande ajuda. Uma energia solar Potencial mais barata e mais amplamente disponível, os métodos novos para a remediação da água, e o diagnóstico rápido e mais barato das doenças foram considerados como uma justificação da utilidade das nanotecnologia aos pobres em países em vias de desenvolvimento.

Uma posição similar, em termos de sua natureza instrumental, é expor pelo Grupo de trabalho sobre a Ciência, a Tecnologia e a Inovação do Projecto do Milênio de United Nations [21] [Referência. 15, Tabela 1]. Ambas As instituições registram o mais pragmático e igualmente a posição instrumental, que é caracterizada identificando um grupo de tecnologias considerou o mais eficiente para resolver problemas da pobreza, e promover seu impulso através das redes da pesquisa e dos fundos do international [22].

Quando boa intentioned, esta posição é limitada que pretende superar a pobreza atacando suas causas mais visíveis - uma falta da água potável limpa, uma ausência de energia barata, ilimitada, de níveis deficientes de cuidados médicos, Etc. - sem realmente considerar as razões estruturais para a desigualdade que conduzem a estas situações. Deste ponto de vista, os problemas sociais são definidos em uma maneira técnica, e a tecnologia é considerada como algo neutro, cujos os alvos são definidos em seguida produzido e aquele poderia ser aplicado sob todo o contexto sócio-económico.

em Junho de 2004, quarenta e três participantes de 25 países recolhidos nos E.U. para o primeiro Diálogo Intergovernamental na Investigação e Desenvolvimento Responsável da Nanotecnologia (IDRDN), organizada pelo National Science Foundation dos E.U. [23] [Referência. 8, Tabela 1]. A representação do país em vias de desenvolvimento, Contudo, era fraca, contribuindo a 30% do colégio eleitoral.

Além Disso, em um grupo da fuga no IDRDN intitulou a “Nanotecnologia e Países Em Vias De Desenvolvimento”, Simplesmente 3 dos 13 representantes eram dos países em vias de desenvolvimento (Argentina, África do Sul e México). Além Disso, os participantes neste grupo comentaram que o momento atribuído para suas discussões (menos de duas horas) era insuficiente [3]. Não Obstante, diversos desafios para que os países em vias de desenvolvimento introduzam nanotecnologia foram mencionados nesta reunião, tal como serviços da infra-estrutura, pessoais qualificados e transferência de tecnologia. Mas igualmente sugeriu-se que os países em vias de desenvolvimento poderiam ser um lugar atractivo, do ponto de vista do homem de negócios, para estabelecer indústrias novas, devido aos custos competitivos. Isto estava possivelmente a única vez que durante o período sob o estudo que esta introdução do lugar estêve discutida explicitamente [24].

Limites Sócio-económicos Para uma Nanotecnologia Vantajoso Para As Duas Partes

Enfrentando as controvérsias nos riscos possíveis de nanoparticles a Sociedade Real e A Academia Real da Engenharia de Grâ Bretanha [17] [Referência. 10, Tabela 1], publicaram a pesquisa Nanoscience e Nanotecnologia: As Oportunidades e as Incertezas, que é um original detalhado em nanotecnologia, e incluem uma série de pontos a respeito de seus efeitos potenciais em países em vias de desenvolvimento e em pobreza. O original é claramente céptico sobre as possibilidades de resolver os problemas da revelação e da pobreza por meios técnicos. Chama a atenção às patentes que, embora saudado porque a força motriz da inovação por empresas, poderia se transformar um ponto de fricção para transferência de tecnologia e mesmo ajudar a alargar a diferença tecnologico internacional. Apesar de destacar os benefícios de um modo ou de outro que as nanotecnologia poderiam trazer a alguns contextos subdesenvolvidos, o original põe estas tecnologias no segundo lugar à estrutura social, exprimindo uma opinião que é de uma certa maneira antagónico a isso do UTJCB e ao Grupo de trabalho na Ciência, na Tecnologia e na Inovação do Projecto do Milênio de United Nations.

Ao fim de 2004, o Grupo ETC. tinha lançado um outro original, Abaixo da Exploração Agrícola, explicitamente referindo os países em vias de desenvolvimento e os pobres [25]. O original forneceu o foco crucial em diversas edições em relação aos efeitos possíveis da nanotecnologia em cima da produção agrícola e dos mercados [Referência. 11, Tabela 1]. O Grupo ETC. sugeriu que a nanotecnologia poderia conduzir aos produtos substitute para fibras naturais tais como o algodão e a juta, as matérias primas tais como a borracha e o cobre, ou bebidas tais como o café e o chá. Notaram que estes produtos constituem hoje as exportações importantes para países em vias de desenvolvimento, apoiando o emprego em massa nestes países. Uma Outra proposição chave era que as nanotecnologia poderiam reorientar o uso de terra agrícola, em alguns casos criando agro-fábricas para matérias primas e deslocando camponeses deficientes. Além Disso, acreditou-se que as nanotecnologia permitirão um controle monopolista mais profundo das patentes sobre sementes e a outra matéria viva, toda necessário para a produção alimentar. Na totalidade, o original apresenta uma probabilidade crítica para milhões de artesões e de trabalhadores agrícolas dos países em vias de desenvolvimento.

Com financiamento da Fundação de Rockefeller, o Instituto Meridiano, baseado na C.C. de Washington, lançou um projecto de investigação centrado especificamente sobre a nanotecnologia e a pobreza. O ponto de partida era um original que estivesse na circulação desde janeiro de 2005: Nanotecnologia e os pobres: oportunidades e riscos. Fechando as diferenças dentro e entre dos sectores da sociedade [26]. Este original servido como a base para um debate político, por um questionário em linha, entre Janeiro e Março desse ano (Diálogo Global na Nanotecnologia e nos Pobres: Oportunidades e Riscos, Instituto Meridiano) [27] [Referência. 12, Tabela 1].

O original segue a linha de raciocínio do RS&RAE, reivindicando aquele mesmo se os riscos de nanotecnologia à saúde e ao ambiente adequadamente são identificados e administrados, lá é ainda o risco que os benefícios estariam restringidos às minorias, quando a grande maioria, especialmente aquelas em países em vias de desenvolvimento, terminaria acima a exclusão. Este medo é baseado na experiência histórica das revoluções tecnologicos precedentes que negou seus benefícios aos pobres. O potencial para que a nanotecnologia reduza dramàtica a necessidade para muitas matérias primas naturais devido à revelação de alternativas substituídas é escolhido como um dos impactos o mais potencial prejudiciais nos países em vias de desenvolvimento, cujos exportações e o trabalho é concentrado neste sector. O relatório igualmente destaca aquele países em vias de desenvolvimento está em uma posição mais fraca para enfrentar desafios tais como o debate político em novas tecnologias e para estabelecer regulamentos eficazes.

Igualmente argumente-se que os sistemas de patente e licenciando favorecem o controle das nanotecnologia pelos países desenvolvidos, que podem obstruir interesses visados pesquisa da revelação, conduzindo a um alargamento da partilha Norte-sul. Como uma contador-tendência, o relatório menciona o movimento das empresas para o negócio pro-deficiente do `', isto é a desenvolver produtos baratos para os mercados mais deficientes. As lista de relatório diversos dispositivos nanotechnological que poderiam ser explorados para esta extremidade, tal como filtros de água e pilhas fotovoltaicos.

Resolução de problemas: Parcerias Privadas Públicas na Nanotecnologia

em Fevereiro de 2005, o Centro Internacional para a Ciência e a Organização de Revelação Industrial de United Nations organizaram uma conferência (Diálogo Norte-sul na Nanotecnologia: Desafios e Oportunidades) [Referência. 13, Tabela 1] centrada especificamente sobre a participação de países em vias de desenvolvimento na nanotecnologia [28-30]. Os Representantes dos governos, a academia, os peritos internacionais e os representantes da indústria participaram.

Similar ao outro evento internacional que foi guardarado o ano antes que houvesse somente uma presença simbólica de países do sul: 13% dos cem e seis participantes de dezoito países [3]. Havia algumas aparências por academics e por políticos dos países em vias de desenvolvimento, e embora expressassem opiniões individuais, havia algumas posições convergentes. Geralmente, são em favor da revelação das nanotecnologia em países em vias de desenvolvimento se as áreas direitas são seleccionadas. Sublinharam a necessidade de estabelecer parcerias com indústria desde que previram dificuldades em pôr a pesquisa (nanoscience) na prática (nanotecnologia). Foram referidos sobre a evitação desta revolução tecnologico nova que afunda-se na dependência tecnologico.

Do interesse particular era a indicação do presidente da Academia de Ciências, Hassan de Terceiro Mundo. Embora interpretasse a integração bem sucedida de diversos países do Sul nos nanosciences e nas nanotecnologia em uma luz optimista, alertou povos à possibilidade de uma nano-partilha crescente do Sul-Sul entre aqueles países em vias de desenvolvimento bem sucedidos e o menos desenvolvido [5]. Contudo, a conferência não tinha discutido crìtica a consideração que a indústria com fins lucrativos do `' está guiada por lucros do mercado, não resolvendo os problemas da pobreza.

Embora não seja possível julgar opiniões comuns em relatórios individuais, no espírito da reunião no conjunto e na falta de posições críticas, incline a conferência para a perspectiva instrumental. Em seu papel, Hassan propor o estabelecimento dos Centros de Excelência em África, promovendo desse modo a Ciência pioneiro & a Tecnologia (W&T) como necessário para que os países em vias de desenvolvimento sucedam. A mesma ideia tem sido discutida pelos líderes das nações as mais industrializadas do mundo (Grupo de 8) desde 2000, e suportou explicitamente a criação dos Centros de Excelência em África para incentivar transferência e a partilha da Ciência & da Tecnologia entre países em vias de desenvolvimento desenvolvidos e, durante sua cimeira anual em Escócia em 2005 [31].

Mercado e Revelação na Nanotecnologia

Em 2005, o Grupo ETC. liberou dois relatórios indicando dificuldades para os países em vias de desenvolvimento esses as poses da revolução da nanotecnologia [Referência. 16, Tabela 1]. Primeiro, comentando no conhecimento proprietário, mostra que a patente de elementos e de dispositivos básicos da nanotecnologia pôde severamente monopolizar as possibilidades de investigação e desenvolvimento no campo [32]. Os destaques do relatório que a maioria de patentes estão concentradas já nos E.U., no Japão, na Alemanha, no Canadá e no França e nas mãos de grandes, corporaçõs multinacionais tais como o IBM, de Tecnologias do Mícron, de Advanced Micro Devices e de Intel.

O segundo relatório [33] preparado para o Centro Sul, analisa os impactos potenciais das nanotecnologia em mercados, particularmente aqueles que envolvem países em vias de desenvolvimento. Estudando as caixas da borracha, a platina e o cobre introduzem no mercado o original mostram que há os procedimentos nanotechnological que melhorarão substancialmente a durabilidade de pneus de automóvel - o mercado principal para a borracha - e que isto poderia significativamente reduzir a procura mundial para o produto. Os nanotubes do Carbono podiam transformar-se um concorrente eficaz para os cabos de cobre, afetando extremamente a procura mundial para este produto. A Platina podia ser substituída pela nanotecnologia como um catalizador nos conversores e nas baterias. Estes são alguns exemplos da pressão que os países que exportam estas matérias primas enfrentarão quando começam a ser substituídos por produtos da nanotecnologia.

Contratando o público na Nanotecnologia

O Instituto dos PROGRAMAS DEMONSTRATIVOS, do Reino Unido, inclui nanotecnologia em sua linha de trabalho na participação pública em W&T [34, 35]. Lixívia & Scoones [36] [Referência. 17, Tabela 1] referem especificamente o uso de tecnologias emergentes aliviar a pobreza e promover a revelação, sublinhando o aviso do original de RS&RAE [17]: a necessidade do acoplamento público ascendente. Os autores desafiam as duas posições principais em relação ao uso do W&T resolver edições da pobreza. Confrontam primeiramente o W&T como um incentivo à revelação econômica e à concorrência, cujos os benefícios gotejariam para baixo aos pobres, como destacado nos relatórios tais como o Grupo de trabalho na Ciência, na Tecnologia e na Inovação, mencionando os exemplos da revelação tecnologico acelerada e da exclusão social testemunhadas em Bangalore, Índia.

Uma Outra perspectiva que desafiam é aquela adotada pelas fundações e pelas Parcerias Público-privados, que procuram desenvolver as tecnologias que podem ser aplicadas aos problemas da pobreza global (um ` um-tamanho-ajuste-toda' solução). Argumentem que esta ideia de privilegiar uma tecnologia sobre outro já falhou repetidamente não considerando a diversidade ambiental, social e cultural em que estes problemas são encontrados e fechando a porta nas tecnologias velhas do `' que podem melhor ser adaptadas aos contextos locais. Desta maneira, os PROGRAMAS DEMONSTRATIVOS reforçam os argumentos igualmente reivindicados pelo Grupo ETC. [37] e pelo Instituto Meridiano, particularmente em seu relatório na água [38].

A Lixívia e Scoones propor uns contextos institucionais importantes da maneira do ` terceira', em que o jogo do W&T um papel, mas pode somente ser eficiente quando adaptado ao social, os culturais e os locais e são escolhidos e projectados com a participação activa pelo direito de cidadãos do ponto do começo.

No relatório emitido pelo Oganisation de United Nations Educacionais, Científico e Cultural - o UNESCO [39] As Éticas e a Política da Nanotecnologia, desigualdade é colocado como uma pergunta ética e política crítica [Referência. 18, Tabela 1] [40]. O relatório endereça quase todas as edições em jogo no debate. Sublinha que o risco de conhecimento-Gap e de desigualdades trazidos por uma revolução da nanotecnologia pode ser maior dentro das nações, do que entre elas (a diferença Norte-sul clássica):

A comunicação entre peritos e elites de países diferentes a níveis os mais altos de investigação e desenvolvimento tornou-se mais fácil e mais comum - mas a comunicação entre os peritos e as elites de uma nação e do mais deficiente e do menos bem-educado cresceu menos comum [39].

O relatório igualmente problematizes a orientação da pesquisa da nanotecnologia para beneficiar ingualmente todas as nações. Referindo os argumentos de Salamanca-Buentello e outros [20] no potencial da nanotecnologia para realize os Objetivos da Revelação do Milênio do UN, o relatório força que os incentivos da viabilidade comercial não serão bastante para dirigir a pesquisa da nanotecnologia à necessidade dos pobres. Além, o relatório adverte que a patente excessiva na nanotecnologia poderia impedir um acesso largo para pesquisar e propor que os governos nacionais adotem uma política do acesso aberto aos resultados e aos materiais publicamente financiados de pesquisa. Finalmente, em um contexto do escrutínio público crescente da ciência, a necessidade de participação pública adiantada acima do córrego, “na lareira do trabalho científico própria” é incentivada.

Ideias Principais e Posições sobre a Nanotecnologia

O debate em nanotecnologia, em pobreza e em revelação é polarizado consideravelmente. De um lado, as nanotecnologia são consideradas como as tecnologias avançadas que poderiam aliviar a pobreza, ou como uma oportunidade para países em vias de desenvolvimento ao ` alcança' com um paradigma tecnologico novo, spurring a revelação. Por outro lado, o potencial da nanotecnologia encontrar estes objetivos é examinado crìtica e, frequentemente, a conclusão é o oposto: podem reforçar a desigualdade.

Um grupo de características comuns caracteriza as primeiras, instrumental, posição:

•        Primeiramente, a revelação própria da nanotecnologia não problematized. Pelo contrário, é tomada para concedido como inexorável e considerado, em uma maneira Darwiniano, a tecnologia a mais eficiente. Os sentidos da política são, então, bastante óbvios: os países em vias de desenvolvimento têm que embarcar nas nanotecnologia para melhorar sua concorrência e as condições de vida dos povos. Os países Desenvolvidos podem ajudar neste processo, através dos centros de excelência, de cooperação da pesquisa, Etc. Uma Outra implicação desta opinião do evolutionist é que outro/alternativas tecnologicos mais velhas para resolver problemas da pobreza está vista implicitamente como substituídas.

•        Em Segundo, problemas actuais da pobreza das aproximações instrumentais como a falta do acesso às tecnologias, sem análise mais aprofundada de causas sociais da pobreza. Além Disso, tendem a homogeneizar as edições e os contextos da pobreza, oferecendo ao mesmo ` uma melhor' solução técnica aos contextos ecológicos, sociais e culturais muito diferentes. Nesta estrutura, a transferência da tecnologia é sem problemas, e os impactos benéficos desejados deles elevararão em uma maneira mecânica, determinística. Além Disso, a perspectiva instrumental considera a tecnologia como uma matéria dos peritos sem nenhum papel para os povos na tomada de decisão.

•        Em Terceiro Lugar, a revelação é igualada freqüentemente com o crescimento e o realce da concorrência, supor que goteje para baixo efeitos sociedade de benefício no conjunto. As posições instrumentais extremas substituem a política da tecnologia para a política social. Contudo, outras perspectivas que nós consideramos instrumental também, tais aqueles do APEC e algumas intervenções nas duas reuniões internacionais referidas acima, consideram alguns problemas e barreiras neste processo, tal como recursos humanos e financeiros escassos, barreiras de entrada do mercado, intelectual direitos de propriedade caros e algumas conseqüências da mudança tecnológica tais como o desemprego. Mesmo que, o modelo linear do ` tradicional da inovação' prevaleça: a inovação reforçará a concorrência, promovendo a revelação econômica, e a assistência social emergirá como resultado de um mecânico do `'.

É muito mais duro encontrar características comuns tão claras dentro do segundo grupo que nós chamamos a posição do contexto. Estas perspectivas compartilham de uma ideia crítica da posição instrumental, forçam o acondicionamento social da tecnologia, colocam problemas da pobreza e da revelação em um contexto complexo de tendências sócio-económicas, e pedem-nos uma administração mais democrática da tecnologia. Contudo, há umas diferenças significativas entre as posições unidas neste grupo e, conseqüentemente, assim que varie suas implicações da política.

Apesar da necessidade de uma análise mais profunda de tais diferenças, nós destacaremos aqui os argumentos principais dentro da perspectiva do contexto que pode contribuir para discutir a revelação em curso das nanotecnologia, os países em vias de desenvolvimento da maneira estamos contratando neste processo, e nos resultados adversos e benéficos potenciais que podem ser previstos. Considerando Que estes argumentos críticos são seriamente inevitáveis para países em vias de desenvolvimento a fim contextualize políticas da nanotecnologia dentro dos objetivos econômicos e do desenvolvimento eléctrico.

•        Um grupo de argumentos olha em cima acoplamento dos países em vias de desenvolvimento' na nanotecnologia. Há uma afluência das opiniões que forçam a barreira representada pelas patentes, já concentradas por países desenvolvidos e por corporaçõs multinacionais. Mesmo o conhecimento básico está sendo privatizado, e este será um obstáculo principal para que os países em vias de desenvolvimento pesquisem e adotem nanotecnologia. Outros críticos são dirigidos aos objetivos do realce da concorrência como uma maneira recta para a revelação e a redução de pobreza. Diversos exemplos são apresentados sobre os países que têm suceder na concorrência crescente em médias e na elevação - áreas da tecnologia, tais como a Índia, a China e o México sem eliminar, e mesmo levantar a desigualdade entre seus povos. Esta edição é da importância particular para a análise de políticas da nanotecnologia em países em vias de desenvolvimento, focalizada na maior parte nos objetivos da concorrência [3, 41]. Uma terceira edição em relação acoplamento aos países em vias de desenvolvimento' na nanotecnologia é administração. Quando diversos países desenvolvidos incentivarem maneiras diferentes de participação pública de avaliar a revelação da nanotecnologia, este é raro em países em vias de desenvolvimento. A este respeito, vale para observar que as propostas da administração da nanotecnologia diferem consideravelmente dentro da perspectiva do contexto.

•        Um Outro grupo de argumentos é dirigido aos impactos da revelação global da nanotecnologia para países em vias de desenvolvimento e os pobres. Argumente-se que os povos em países em vias de desenvolvimento, e particularmente os pobres, serão os o mais mal afetados por mudanças na divisão de trabalho provocada pela nanotecnologia, pelo menos no curto prazo. A importância de diminuição das matérias primas devido aos substitutos da nanotecnologia encolherá a procura global para produtos tradicionais da exportação dos países em vias de desenvolvimento, reduzindo a renda do país, comprometendo as indústrias relativas a estes materiais, e deixando cair oportunidades de emprego. Outros impactos adversos são relacionados riscos aos nanoparticles'. Desde Que os países em vias de desenvolvimento têm geralmente regulamentos fracos, o ambiente e os povos seriam expor mais 2 aqueles riscos, e é mesmo possível que as empresas exploram esta situação ao localizar plantas no Sul.

•        A Desaprovação é dirigida igualmente ao núcleo mesmo da trajectória da nanotecnologia, que é considerada intrìnseca limitada melhorar as condições de vida dos desvalidos. A suposição principal da posição instrumental - que os produtos da nanotecnologia ajudarão os pobres são em jogo posto argumentindo que a trajectória da nanotecnologia não está projectada para os pobres, mas para consumidores afluentes. Desde Que esta revelação da nanotecnologia é guiada essencialmente pela busca dos corporaçõs para lucros, a maioria das inovações é dirigida às sociedades do norte, afluentes. Os Produtos tais nós personalizaram a medicina, materiais inteligentes, dispositivos humanos do realce, super-computadores, e outras áreas da pesquisa da nanotecnologia serão completamente fora do alcance dos pobres.

•        Além, os críticos vão mais argumentir aquele mesmo se alguns produtos da nanotecnologia são tècnica apropriados para enfrentar problemas específicos em países em vias de desenvolvimento, ele são uma matéria da controvérsia se produtos como dispositivos do tratamento da água, jogos diagnósticos, e pilhas da energia solar serão de facto acessíveis aos pobres. Argumentem que outras eficientes e mesmo tecnologias mais baratas existem já para enfrentar os mesmos problemas e não estão disponíveis para povos deficientes. Além, mesmo se as características técnicas das nanotecnologia parecem adequadas resolver problemas específicos, não é ainda certo que a tecnologia trabalhará bem em contextos diferentes. De facto, os críticos estão alertando nos riscos de privilegiar uma única trajectória tecnologico quando outras trajectórias alternativas que poderiam ser contexto-mais amigáveis forem desanimadas. A este respeito, recordam a experiência anterior de soluções tecnologicos universais falhadas em países em vias de desenvolvimento. As tecnologias Precedentes consideraram uma vez o superior, tal a revolução verde ou alteraram genetically colheitas, falharam repetidamente porque não se adaptou bem ao contexto local, ou porque contribuíram às comunidades de desagregamento' sociais e às ligações culturais.

•        Finalmente, um outro tipo dos argumentos coloca nanotecnologia no contexto de tendências sócio-económicas actuais. As Nanotecnologia entraram um mundo em que a riqueza é concentrada altamente e as diferenças sociais são alarming. As forças Econômicas e a globalização aumentada dirigirão provavelmente nanotecnologia para o reforço destas tendências. Sobre os trinta anos passados, o mundo viu a revelação rápida das tecnologias tais como microeletrônica, das tecnologias da informação, das biotecnologias e das telecomunicações. Mas estes avanços tecnologicos, com as aplicações que cruzam quase cada sector da produção tiveram impactos duvidosos na diferença da desigualdade da tecnologia. O Relatório Humano da Revelação do Programa Das Nações Unidas Para O Desenvolvimento 2005 nota que a desigualdade aumentou sobre os anos 90 em uma base mundial.

A era da globalização foi marcada por avanços dramáticos na tecnologia, no comércio e investimento-e em um aumento impressionante na prosperidade. Os Ganhos na revelação humana foram menos impressionantes. As Grandes partes do mundo em desenvolvimento estão sendo deixadas atrás. As diferenças Humanas da revelação entre os países ricos e pobres, já grandes, estão alargando-se [42].

De facto, confrontado com as vistas instrumentais optimistas, é bastante óbvia pedir: se a desigualdade aumentou durante a expansão de tais tecnologias poderosas sobre as décadas passadas, por que seria diferente para nanotecnologia?

É além do espaço deste papel para identificar as fundações chaves para iniciativas emergentes da nanotecnologia. Não Obstante, os argumentos apresentaram neste papel sugerem que para que a nanotecnologia jogue um papel na pobreza e na injustiça de redução, as iniciativas públicas em países em vias de desenvolvimento precisassem de abraçar uma escala das medidas que promovem activamente tais extremidades. Estes puderam incluir as prioridades da pesquisa que estão sendo ligadas às necessidades sociais as mais fundamentais, acoplamento público verdadeiramente participativo, políticas de compensar sectores labour potencial afetados e a revelação de estratégias a longo prazo da educação. Estes tipos das medidas podem ajudar em reduzir o rompimento sócio-económico previsto da nanotecnologia.

Referências

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10. CSPO foi baseado na Universidade de Columbia até 2003 e deslocado então à Universidade Estadual do Arizona (ambos nos E.U.).

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13.   A Nanotecnologia da oficina para a região ASIÁTICA foi atendida por 98 povos de 9 países - Austrália; Japão; Coreia Do Sul; Malásia; Filipinas; Singapura, Chinês Taipei; Tailândia e Vietname.

14.   Tegart G., “Nanotecnologia: a tecnologia para o século do vinte-punho”. Previdência, 6(6), 364-370, 2004.

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21.   Juma, Calestous & Yee-Cheong, Lee (coord.). Inovação: aplicando o conhecimento durante o processo de desenvolvimento. Londres, Sterling, Va.: Earthscan, Projecto do Milênio, 2005. www.unmillenniumproject.org/documents/Science-complete.pdf Recuperou o 13 de setembro de 2005.

22.   Cantor P., Salamanca-Buentello F., Daar A.S., “Aproveitando a Nanotecnologia Para Melhorar o Lucro Global”. Edições na Ciência e na Tecnologia, Verão, 2005.

23.   NSF (National Science Foundation). Diálogo Intergovernamental na Investigação e Desenvolvimento Responsável da Nanotecnologia. Relatório. Virgínia: NSF, 2004. http://www.nsf.gov/crssprgm/nano/activities/dialog.jsp Recuperou o 2 de agosto de 2006.

24.   O argumento é interessante à luz do negócio a longo prazo projecta isso apareceu mais tarde. Um exemplo deste é o Parque de Ciência da Revelação da Beira do Silicone, situado em México perto da beira dos E.U., que seriam o primeiro parque industrial Latino-Americano que se especializa nos nanocomponentes (Presidencia de la República, de “filho Noticia do también Las Buenas Noticias. Construye México frontera de silicón”. 12 de junho de 2006. http://www.presidencia.gob.mx/buscador/index.php? 2 de agosto de 2006 Recuperado contenido=25519&pagina=1&palabras=Construye+M%E9xico+frontera+de+silic%F3n). Há igualmente a revelação potencial de um corredor da alto-tecnologia de Houston (Texas) a Monterrey (México) onde diversas indústrias da nanotecnologia são estabelecidas já (Nanotecnologia Inc., Sematech, Motorola, IBM) e um programa internacional da pesquisa forte que vai sobre (O Centro Internacional para a Universidade da Nanotecnologia e dos Materiais Avançados de Texas-Austin). Um Outro exemplo é projecto da Cidade Nano do ` ambicioso' do fundador Sabeer Bhatia de Hotmail™ - uma cidade a ser construída em Haryana, Índia, nas despesas de 10 bilhão dólares (Rawat, Dinesh Singh, do “Nano Cidade Sr. Sabeer Bhatia, em Haryana”. AsiaFront.com - Rede Asiática da Notícia. 20 de julho de 2006. http://www.asiafront.com/news/134/mr_sabeer_bhatias_nano_city_in_haryana.html Recuperou o 21 de agosto de 2006).

25.   Grupo ETC. Para Baixo na Exploração Agrícola: O Impacto de Tecnologias da Nano-Escala no Alimento e na Agricultura. Ottawa: Grupo ETC., 2004.

26.   Instituto Meridiano. Nanotecnologia e os pobres: oportunidades e riscos. Fechando as diferenças dentro e entre dos sectores da sociedade. Janeiro de 2005. http://www.meridian-nano.org/gdnp/NanoandPoor.pdf Recuperou o 30 de julho de 2006

27.   Instituto Meridiano. Diálogo Global na nanotecnologia e nos pobres: as oportunidades e os riscos [consulta pública pelo Internet] www.nanoandthepoor.org Recuperaram o 11 de setembro de 2005

28.   Brahic, Catherine. O “Mundo em desenvolvimento “precisa a rede do nanotech””. SciDev.Net, O 11 de fevereiro de 2005. http://www.scidev.net/news/index.cfm?fuseaction=printarticle&itemid=1923&language=1 Recuperou o 27 de julho de 2006.

29.   Brahic, Catherine. De “a revolução Nanotech precisa o "knowhow" do negócio”. SciDev.Net, O 18 de fevereiro de 2005. http://www.scidev.net/News/index.cfm?fuseaction=readnews&itemid=1938&language=1 Recuperou o 27 de julho de 2006.

30.   Brahic, Catherine e David Dickson. “Ajudando os pobres: o desafio real do nanotech”. SciDev.Net, O 21 de fevereiro de 2005. http://www.scidev.net/content/editorials/eng/helping-the-poor-the-real-challenge-of-nanotech.cfm Recuperou o 27 de julho de 2006

31.   Dickson D. (2005). “Os líderes G8 dão o impulso indirecto para a ciência em África”. SciDevNet, O 3 de setembro. http://www.scidev.net/news/index.cfm?fuseaction=printarticle&itemid=2549&language=1 Recuperou o 1º de setembro de 2006.

32.   Grupo ETC. “Patentes da Segunda Natureza” de “Nanotech: Implicações para o Sul Global”. Março Abril e Maio /June-2005. No. 87 e 88 dos Comunicados. http://www.etcgroup.org/documents/Com8788SpecialPNanoMar-Jun05ENG.pdf Recuperou o 1º de setembro de 2006.

33.   Grupo ETC. Os impactos potenciais de tecnologias da nano-escala em mercados de mercadoria: As implicações para países em vias de desenvolvimento Dependentes da mercadoria. Artigos de Investigação Sul do Comércio do Centro, 4, 2005. http://www.southcentre.org/publications/researchpapers/ResearchPapers4.pdf Recuperou o 9 de junho de 2006.

34.   Wilsdon, J. & Willis, R. Diáfano Ciência. Porque o acoplamento público precisa de se mover rio acima. Londres: PROGRAMAS DEMONSTRATIVOS, 2004.

35.   Algumas outras organizações tinham falado para fora porque o recurso da organização social é a única defesa que a população civil tem contra o início das tecnologias que têm efeitos pela maior parte imprevisíveis em povos devido a sua natureza nova e disruptiva. Este, por exemplo é o ponto de vista de Greenpeace (o Parr, Douglas “Nanotecnologia fará ao mundo um lugar melhor?” Tendências na biotecnologia, 23(8), 395-398, 2005).

36.   Lixívia M., Scoones I., A raça lenta. Fazendo o trabalho da tecnologia para os pobres. Londres: Programas Demonstrativos, 2006. http://www.demos.co.uk/files/The%20Slow%20Race.pdf Recuperou o 31 de julho de 2006.

37.   Grupo ETC. Nanotecnologia. O tecnologia da Dinamarca dos riscos do Ósmio faz o futuro. Porto Alegre: L&PM, 2005.

38.   Instituto Meridiano. Vista Geral e Comparação das Tecnologias do Tratamento da Água de Convetional e das Tecnologias Nano-Baseadas do Tratamento, 2006. www.merid.org/nano/watertechpaper Recuperou o 12 de junho de 2006

39.   UNESCO. As Éticas e a Política da Nanotecnologia, 2006. http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001459/145951e.pdf Retrived 17 de agosto de 2006.

40.   Em uma breve sessão na Nanotecnologia e nas Éticas organizou pelo COMEST do UNESCO três anos antes, esta perspectiva era já claro no papel de Salvarezza (“Porque é a nanotecnologia importante para países em vias de desenvolvimento?”. Continuações da Comissão do Mundo do UNESCO nas Éticas do Conhecimento Científico e Sessão da Tecnologia da Terceira. Rio de Janeiro, Dezembro, 1-4: 133-136, 2003), que colocou a igualdade como a pergunta ética a mais relevante relacionou-se à nanotecnologia da perspectiva dos países em vias de desenvolvimento.

41.   Foladori, G., “Nanotecnologia na América Latina no Estradas Transversaas”. Jornal da Lei & do Negócio da Nanotecnologia, 3(2), 205-216, 2006.

42.   UNDP (Programa Das Nações Unidas Para O Desenvolvimento). Relatório Humano da Revelação. http://hdr.undp.org/reports/global/2005/pdf/HDR05_complete.pdf Recuperou o 13 de setembro: 19, 2005.

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Date Added: Nov 14, 2007 | Updated: Jul 15, 2013

Last Update: 15. July 2013 16:28

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