Nanotecnologia e Economia - O Relacionamento Entre a Nanotecnologia e a Economia

pelo Prof. Edward Cupoli

Professor Edward M. Cupoli, Professor e Cabeça, Constelação de NanoEconomics, Faculdade da Ciência de Nanoscale e Engenharia, Universidade em Albany - Universidade Estadual de New York
Autor Correspondente: ecupoli@uamail.albany.edu

Era o 28 de dezembro de 1904 em que o presidente reservado da Associação Americana para o Avanço da Ciência, Carroll D. Wright, endereçou a Associação com uma “Ciência e uma Economia aptly intituladas” da conversa. Em sua leitura - publicada dois dias depois no Jornal da Ciência - Sr. Wright defendido compellingly para um tratamento científico mais forte de problemas da economia política tais como a produtividade labor e industrial, e em como influenciaram a actividade industrial em áreas como o transporte e a agricultura.

Observou afiada que os “Economistas não trataram ainda adequadamente as grandes projecções do tempos modernos com relação a sua influência em cima da revelação econômica e as condições dos povos at large.”1 e recomendado ao economista do tempo que “a economia Política, (...) deve mudar com o pensamento da idade; deve mudar enquanto as circunstâncias industriais e sociais mudam; deve procurar aliar-se com todas as grandes ciências em cada linha de trabalho, e alcançar as conclusões que serão da importância vital às massas de trabalho do mundo.”

Mais do que cem anos passaram, e não há nenhuma dúvida que a ciência e a economia progrediram tremenda no século passado, e que nossa compreensão dos reinos físicos e econômicos é vasta, embora incompleto. Nossas sociedades foram desafiadas repetidamente a inovar, para adicionar o valor, para prosperar no conhecimento.

A Ciência aumentou ao desafio, ajudando no que é talvez a transformação a mais impressionante na produtividade humana em toda a história. Um exemplo simples, contudo poderoso de como a ciência mudou a produtividade labor é a potência computacional crescente. Um super-computador hoje pode executar em um dia tantos como cálculos porque tomaria todos os habitantes no mundo (aproximadamente 6 bilhões) que faz uma soma um o segundo por 46 anos recta.2

O campo da economia igualmente progrediu em compreender como a aplicação de tal ciência, isto é tecnologia, transforma sociedades e gera uma corrente contínua da riqueza e do progresso. Os campos da Microeconomia e a Macroeconomia têm reconhecido por muito tempo a importância de revelações tecnologicos nos sistemas económicos. Em particular no campo da Macroeconomia, a ideia de explicar como a tecnologia cria o crescimento econômico extensivamente foi explorada, começando com os trabalhos de Lucas e de Solow e seguida pelos trabalhos da Seta, do Romer e do Howitt entre muito outro.3

Não Obstante, as observações de Wright e as recomendações são como obrigando e por mais adequadas que fossem em 1904. No último quarto de alta velocidade o mundo teve um ritmo tecnologico tão rápido que muitas das actividades industriais actuais parecem ser distante mais complexas do que qual nossa teoria econômica actual pode explicar. Para adicionar à complexidade, a mudança tecnológica parece acelerar mais e mais adicional. Nós somos desafiados actualmente por uma Revolução Industrial nova, essa causada por nossa capacidade recentemente encontrada para manipular a matéria a nível atômico: nanotecnologia. Esta “grande projecção nova do tempos modernos” é essa que é economia desafiante a ir além dos modelos e das ferramentas tradicionais da pesquisa. No CNSE, este desafio está sendo encontrado agora com a criação de um campo novo que nós chamamos Nanoeconomics.

Nanoeconomics é a aliança do nanoscience e da economia para acelerar o ritmo da mudança tecnológica. Não é a aplicação de um campo para estudar o outro campo. É (seguindo o espírito das palavras de Wright) o reconhecimento que a ciência, a tecnologia e a economia não podem perfeitamente ser separadas, nem compreendido pela aproximação “siloed” tradicional. Criar um ambiente onde o conhecimento possa ser ganhado de académico, as instituições privadas e públicas está permitindo que nós abordassem perguntas complexas, tais como o que são o papel da pesquisa da nanotecnologia no crescimento econômico, ou o que é o mecanismo por que a colaboração conduz a inovação e a concorrência.

Daquelas perguntas básicas outros assuntos podem provir, como o papel do empreendimento da alto-tecnologia no crescimento econômico regional, nas implicações da política da colaboração multi-institucional e na revelação do medidor direito para compreender o processo de inovação. Seguir a nanotecnologia como cresce foi uma experiência fértil e desafiante, e demonstrou como a inovação pode spur o crescimento econômico em um marco temporal muito rápido.

Um dos desafios principais desta aproximação interdisciplinar é a revelação do capital humano direito. NanoEconomics chama para um tipo novo do profissional, um que seja capaz de tratar a mudança tecnológica de aceleração, um que pode compreender o papel de todos os actores que cercam a ciência, engenharia, investigação e desenvolvimento. Os Profissionais com estas habilidades serão seridos melhor conduzir universidades, empresas e países em uma economia global. Transformar-se-ão líderes de negócios novos do nanotech, definir-se-ão estratégias globais, e conduzir-se-ão as alianças, os consórcios e os empreendimentos mistos envolvendo parcerias novas do público, as privadas e as académicos.

O objetivo final é acelerar o crescimento tecnologico e a criação de riqueza não apenas para um actor econômico, mas igualmente para a sociedade no conjunto. A Nanotecnologia e a economia continuarão a convirgir e desafiar nossas percepções actuais em como a inovação trabalha. O produto acabado desta convergência será um grupo novo de mentes que podem fazer as perguntas direitas acelerar o ritmo da mudança tecnológica, aos modelos da inovação da estrutura que podem fazer regional e as economias nacionais florescem.

Reconhecimento

Eu gostaria de agradecer a meu assistente graduado Fernando Gómez-Baquero para sua contribuição para este artigo.


Referências

1. Wright, C.D., Ciência e Economia. Ciência, 1904. 20(522): p. 897-909.
2. Amostra, I., Tecnologia: O super-computador O Mais Rápido no mundo prova um em um milhão bilhões. The Guardian, REINO UNIDO., 2008.
3. Sala-eu-Martin, X., Quinze Anos de Economia de Crescimento Nova: Que Nós Aprendemos? Crescimento Econômico: Fontes, Tendências, e Ciclos, 2002: p. 41.

Copyright AZoNano.com, Professor Edward M. Cupol (Universidade em Albany - Universidade Estadual de New York)

Date Added: Mar 23, 2010 | Updated: Jun 11, 2013

Last Update: 14. June 2013 01:48

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