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Obtendo Tecnologias Tais como a Nanotecnologia Fora das Universidades

pelo Dr. Thierry Bontoux

Dr. Thierry Bontoux, Fundador e Director, TBx Consultando Ltd, REINO UNIDO.
Autor Correspondente: thierry.bontoux@tbx-consulting.com

Que é o papel das universidades e da instituição de pesquisa pública em fornecer tecnologias à Indústria? Esta é uma pergunta com muitas respostas possíveis que nunca alcançarão um consenso se em primeiro lugar nós não consideramos quem os Academics são, e o que é seu objetivo a conseguir.

Os Academics/mandato das universidades devem nem realizar a investigação e desenvolvimento industrial, nem é para compreender os resultados industriais da pesquisa que executaram. Sabem melhor do que qualquer um o que são os desafios científicos e as respostas seu trabalho fornecem, mas obtem mal interessado no lucro que curto e financeiro poderiam obter da comercialização de seu trabalho. Alguns fazem, mas aqueles são a exceção. A grande maioria deles não é os empresários. Muita daquelas que Eu trabalhei com estava simplesmente receosa pela ideia de tratar a indústria, se não contra o princípio desencapado de fazer assim. Contudo, dizendo Assim, se poderia querer saber porque as áreas como em torno de Cambridge no REINO UNIDO ou no Stanford nos EUA desovaram tão muitas partidas bem sucedidas.

O Que aconteceu naqueles dois que o terreno é certamente uma combinação das universidades incentivando as rotação-saídas combinadas com uma associação dos coordenadores prontos para saltar de um empregador do risco elevado a outro se sua dobra original da empresa. Mas esse segundo componente é associado com a universidade? Não além do facto de que as universidades puderam bem os ter treinado. Esta “raça” dos coordenadores tem pouco em comum com os academics. Ambos constituem dois grupos distintos que põem uma vez são junto capazes dos grandes sucessos industriais. Por Que? Porque olham aos problemas na maneira muito diferente. Há assim uma maneira de deixar SMEs e partidas aproveitar-se da tecnologia e IP desenvolvido dentro das universidades; uma maneira nao aplicável somente a Cambridge e a Stanford.

A Maioria de universidades desenvolveram alguns processos para vender ou licenciar seu IP, mas fizeram assim na maneira a mais incapaz que consideram a quantidade de recursos que têm e o número real de rotação-saídas bem sucedidas que emergem fora delas.

Na minha opinião, há duas razões para esta situação: 1) o acesso ao IP está praticamente somente disponível aos academics; e 2) os escritórios da transferência tecnológica são executados por indivíduos sem o conhecimento real do risco e quem foram expor em muitos casos nunca à realidade do empreendimento. Por Que ficariam no cargo se eram empresários reais com todo o potencial que uma lata da universidade oferece em termos da revelação do risco?

A solução poderia ser uma alternativa ao modelo clássico da Rotação-Para fora a saber um sistema do Escape-Para fora por meio de que um empresário interno ou externo podia usar as facilidades das universidades e o financiamento com a finalidade de gerar uma tecnologia negociável. Sentiu-se em uma avaliação que recente Eu fiz nos desafios que enfrentam a pesquisa no REINO UNIDO1 que mais academics e começam levantam seriam preparados para tomar o risco se foi compartilhado, junto com as vitórias potenciais no IP e em rendimentos compartilhados. No caso onde esta aproximação falhou o IP ainda residiria com as universidades e neles esteja livre vendê-lo sobre ou tentá-lo desenvolvê-lo e introduzir no mercado com alguma outra pessoa.

Um modelo do Escape-Para fora tem muito benefício para as universidades e os empresários:

1) traz competências que do negócio a instituição académico está faltando geralmente
2) reduz o risco financeiro para aqueles querer arriscar-se em um negócio do risco. A universidade fornece-lhes um suporte financeiro se não um salário; e
3) as universidades cortarão seus custos investindo em empresários reais e assim maximizando o número de risco bem sucedido potencial.

Pelo mundo inteiro, as universidades estão completas de povos muito brilhantes com uma compreensão fantástica da ciência. Merecem um sistema de transferência tecnológica eficiente permitindo os ou outro de trazer para fora suas ideias ao mundo real. O sistema do Escape-Para fora deve permitir que isto aconteça porque confia em competências individuais e não somente no revestimento protector De Capital de Risco.


Referências

1. Estratégia BRITÂNICA para a Nanotecnologia (estratégia de http://tbx-consulting.com/images/document/UK para nanotechnology.pdf)

Copyright AZoNano.com, Dr. Thierry Bontoux (TBx que Consulta o Ltd)

Date Added: Apr 8, 2010 | Updated: Jun 11, 2013

Last Update: 14. June 2013 01:48

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