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Nanoparticles Coberto de açúcar para o Uso como uma Terapia Possível do Cancro

Published on September 22, 2009 at 7:54 PM

Uma equipa de investigação no National Institute of Standards and Technology (NIST) que estuda nanoparticles cobertos de açúcar para o uso como uma terapia possível do cancro descobriu um exercicio de equilibrio delicado que fizesse as partículas mais eficazes do que o pensamento convencional diz que devem ser. Apenas como indivíduos em uma multidão que respeita o espaço pessoal do outro pessoa, as partículas trabalham porque obtêm próximas junto, mas não demasiado perto.

Um nanoparticle ferro-centrado (deixado) analisado no Centro do NIST para a Pesquisa do Nêutron tem um revestimento do dextrano do açúcar, cujas as gavinhas impedem que os grupos das partículas se aglutinem. Quando as pilhas do tumor os ingerirem (direito), as partículas ainda reunem-se pròxima bastante ao calor da parte quando estimuladas por um campo magnético, matando as pilhas. A seta Branca indica um glóbulo vermelho. Crédito: (L.) J. Aarons; (R.) A. Guistini, R. Strawbridge e P. Hoopes, Faculdade de Dartmouth

Em colaboração com colegas Na Universidade Johns Hopkins, a Faculdade de Dartmouth, a Universidade de Manitoba e duas empresas biofarmaceuticos, a equipe do NIST têm o demonstrated* que os bits cobertos de açúcar das partículas-essencial do óxido de ferro, aproximadamente 100 nanômetros largo-estão assassinos poderosos do cancro porque interagem um com o outro nas maneiras que os nanoparticles menores não fazem. As interacções, pensamento por muitos bioengineers a ser indesejáveis, ajudam realmente as partículas maiores a aquecer-se acima melhor quando sujeitadas a um campo magnético alterno. Porque este calor destrói células cancerosas, os resultados da equipe podem ajudar coordenadores a projectar melhores partículas e métodos de tratamento.

Posse de Nanoparticles a promessa do cancro de luta sem os efeitos secundários prejudiciais do tratamento da quimioterapia ou de radiação. As bolas Minúsculos do óxido de ferro podem ser revestidas com as moléculas do açúcar que fazem as particularmente atractivas às células cancerosas recurso-com fome. Uma Vez Que as partículas são injectadas, as células cancerosas ingeri-las-iam então, e os doutores poderiam então aplicar um campo magnético alterno que fizesse com que os centros do óxido de ferro se aqueçam, matando o cancro mas saindo de tecido circunvizinho ileso.

Duas empresas de Biotech, Micromod Partikeltechnologie e Aduro Biotech, as partículas criadas que mostraram o grande potencial em tratar cancros nos ratos, e pediram o NIST para ajudar a compreender porque trabalhou tão bem. “Mas enviaram-nos as partículas que eram muito maiores do que o que a sabedoria popular diz que deve ser,” diz o cientista Cindi Dennis dos materiais do NIST. “As partículas Maiores são mais fortemente magnéticas e tendem a aglutinar-se junto, que as faz grandes bastante para atrair os sistemas de defesa do corpo antes que possam alcançar um tumor. Os nanoparticles companies, contudo, não tiveram este problema.”

As pontas de prova da dispersão de Nêutron no Centro do NIST para a Pesquisa do Nêutron revelaram que os núcleos de óxido maiores do ferro das partículas atraem um outro, mas que o revestimento do açúcar tem fibras estender para fora, fazendo o se assemelhe à dente-de-leão-e estas fibras empurram contra uma outra quando duas partículas obtêm demasiado próximas junto, fazendo as para saltar distante e manter uma distância deprovocação um pouco do que se aglutinando. Além Disso, quando as partículas obtêm próximas, todo o óxido de ferro centra gira junto sob a influência de um campo magnético, gerando mais calor e depositando este calor localmente. Todos estes factores ajudaram os nanoparticles a destruir tumores do peito em três de quatro ratos após um tratamento sem a rebrota.

“O push pull é parte de um conflito que fixe a distância entre nanoparticles,” Dennis diz. “Isto sugere que nós possamos estabilizar partículas de interacção nas maneiras que pagam potencial fora na clínica.”

A pesquisa foi financiada pela Investigação Médica do Exército de E.U. e pelo Comando do Equipamento e usou as facilidades apoiadas pelo National Science Foundation.

* C.L. Dennis, A.J. Jackson, J.A. Borchers, P.J. Hoopes, R. Strawbridge, A.R. Contramestre, J. camionete Lierop, C. Gruttner e R. Ivkov. Termine Quase a regressão dos tumores através do comportamento colectivo de nanoparticles magnéticos na hipertermia. Nanotecnologia, 20 (2009) 395103. [doi: 10.1088/0957-4484/20/39/395103]

Last Update: 13. January 2012 15:36

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